Sunday, 18 July 2010
Por momentos perco-me no exercício do porquê, Entro por labirintos de imagens e de palavras e de memórias e saio como entrei, sem ver, Estou na mesma, nada move o pensamento, Por vezes surge uma vontade de encharcar os olhos, mas nada digno desse preço fá-las desenrolar e volta-se à mesma, Como uma pedra quando lançada sente e não se mexe, Esqueço-me de aniversários assim como me lembrava deles, Ao virar da esquina nem o milagre perante os meus olhos guardo lembrança, Estou assim, com vitórias que festejo segundos e derrotas que choro semanas.
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2 comments:
May I ask u why did u delete my previous comment?
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